Grafia

A Autora deste Blogue optou por manter na sua escrita a grafia anterior ao Novo Acordo Ortográfico.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Amanhã e Sexta Feira, na Fundação Calouste Gulbenkian


A Entrada é livre e o programa pode ser visto aqui.
Eu vou tentar ir!

The Special One


Já aqui falei sobre este livro. Foi a minha leitura de férias de Verão em 2008. Um calhamaço "daqueles", mas que quando se começa não se quer parar de ler. Fiquei completamente apaixonada por estas quase 900 páginas e sem nunca ter estado na Índia, acho que conheço qualquer um dos lugares por onde o protagonista passou e viveu. Estou em pulgas pela estreia da versão cinematográfica...

Falei deste livro à Belita, que também ficou com imensa vontade de o ler. Chegadas as férias dela, pediu-me que lho comprasse na versão original. Chegado o aniversário do marido dela (há 11 dias), pediu-me que lho comprasse na versão portuguesa para lhe oferecer. (apenas um parênteses para esclarecer que ela não vive em Lisboa e as livrarias que existem na zona onde reside não tinham o livro em nenhuma das suas versões!).

Hoje enviou-me um mail. O livro já foi devorado. Em 11 dias. "Um livro assim não devia acabar". Se ainda não leram, leiam! É Brutal!

Já tinha saudades disto...


"As Mães não podem ficar doentes...vê lá se te pões boa!" foi o que me disse uma das minhas colegas-Mãe à porta de uma das Escolas por onde nos encontramos na recolha.

Verdade verdadinha. Ser Mãe é assumir um estatuto de super-heróis para toda a Vida. A Mãe está sempre disponível, presente, a Mãe sabe tudo, a Mãe é uma espécie de enciclopédia andante. O dom da ubiquidade adquire-se no acto de dar à luz.

Isto tudo para dizer que depois de ter passado a manhã de ontem a tentar reagir ao mau estar que tomou conta de mim, a partir das três e meia da tarde tudo teve que voltar ao normal.

Ir buscar um. Conferir TPC's. Ir buscar outro. Ir ao dentista com outro. Voltar a casa. Gerir mais tempo de TPC's, de banhos, de jantar. Qual doença, qual quê...toca mas é a mexer que a vida não foi feita para mariquinhas.

O Manel precisava de ajuda com a Filosofia. Hum...que delícia! Há que tempos que eu não experimentava o prazer de me sentar a uma mesa, rodeada de papéis, apontamentos e livros para desembrulhar os fios que a Filosofia quer esticados para tecer um caminho novo. E soube-me tão bem. Estudar é um prazer imenso, para mim. Sempre foi. A Filosofia é uma disciplina que nos leva onde quisermos se nos deixarmos conduzir. E eu deixei-me ir...quando dei por isso já o jantar devia estar na mesa e as crianças sentadas. Espero que o teste lhe tenha corrido bem.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Toca a Reagir!!!!


Quando eu trabalhava (fora de casa), era raro vestir um par de calças. Calças de ganga então, só mesmo aos fins de semana. O meu guarda roupa era feito de milhões de saias, blusas e camisas. Mini-saias, muitas, que conjugava com collants de fantasia. De riscas, de padrões, tudo menos o tradicional collantzinho brilhante e transparente! (houve um tempo em que me apaixonei pelos collants de lycra, com brilho, mas o gasto em malhas era tanto que acabei por desistir e optar pelos opacos decorados). Depois vim para casa. Entrar e sair do carro mil vezes por dia, carregar crianças, compras, mochilas e afins, limpar a casa, são tarefas que não se dão muito bem com o collant bonitinho. Aí, as mini-saias foram arrumadas numa qualquer arca de cânfora e os collants bonitinhos numa gaveta...tudo foi substituído por calças de ganga de todas as cores e feitios.
Ontem, quando abri o roupeiro para escolher a roupa do dia, achei que não estava mesmo "in the mood" para calças de ganga. No meio das milhentas que por lá existem no calceiro descobri uma mini-saia do tempo "da outra senhora". Senti-me tão bem que hoje fui à procura das outras, as resistentes às minhas fúrias de arrumação e doação.
Optei por uma saia-calção de nobuck castanho escuro. Juntei-lhe uns belos collants às riscas. Bordeaux, branco e castanho escuro. Blusa cor de rosa claro e casaco de malha castanho. Agora estou indecisa. Botas altas castanhas ou mocassins?
Com a indisposição própria de uma espécie de gripe, tenho que optar por coisas que me façam reagir, não acham?

'Tou Doente


Começou ontem esta sensação. Parece que tenho febre. Dói-me o corpo. Os lábios ficaram, de repente, cheios de cieiro. Tenho uma tosse horrível. Dói-me o peito. Passei a noite toda com sensação de febre. Mãos e pés demasiado quentes. Não saí de casa para a distribuição de filhos. Foi o Pai que se encarregou hoje dessa missão. Só consegui levantar-me agora. Só me levantei porque a casa precisa quem tome conta dela. Só me apetece ficar deitadinha, enroscada, a dormitar o dia todo. Não gosto de estar doente. Que silêncio...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Água, um Bem Precioso # [1]

Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade. A água embalada Earth Water é o único produto no mundo com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.
A nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak, do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners, do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.
Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando, mais abaixo, o slogan «A água que vale água».
Actualmente morrem 6 mil pessoas no mundo por dia por falta de água potável. Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.
http://earth-water.org/
Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças. A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água. Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras. Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone" pretende-se criar solução para a falta de água mundial.
AJUDE! DIVULGUE!

Água, um Bem Precioso

Vi aqui e trouxe

Nada melhor para perceber os outros do que vestirmos por momentos a sua pele...

Só mais uma coisa...


Esta Super-Miúda é mesmo o meu Anjo da Guarda!

A Minha Escola Ideal



Nas páginas 24 e 25 da edição de fim de semana do i são postas frente a frente duas formas de pensar a escola ideal. Uma, a de um socialista, outra, a de um social democrata.

Tanto uma como outra são interessantes e seria bom que fossem passando do plano do ideal para o real.

Há tanto a fazer nas escolas, mas que não passa só pelos professores e funcionários. Passa muito por um espírito comunitário inexistente, por uma consciência cívica cada vez mais ausente. As escolas só poderão ser realmente mudadas quando houver uma consciência cívica que leve os Pais e as Entidades Empregadoras a perceberem que intervir nas escolas é fundamental para criar novos cidadãos, melhores cidadãos. Não é possível ensinar aos nossos Filhos a cidadania senão a praticarmos. No entanto, praticar cidadania, no que às escolas diz respeito, não se limita a dizermos que nos inscrevemos na Associação de Pais (AP), não se limita a irmos às reuniões apenas com espírito destrutivo, apontando o dedo ao que está mal. A nossa cidadania deve ser inteligente, activa e construtiva. Podemos até não nos oferecer para os corpos dirigentes de uma AP, mas devemos oferecer-nos para colaborar com a Escola e com as estruturas onde os Encarregados de Educação devem estar presentes. Cidadania nas Escolas não é apenas ajudar às festas. Cidadania nas Escolas é estar atento. É ler os Regulamentos Internos e perceber o que a Escola tem para nos oferecer. A nós Encarregados de Educação, aos nossos Filhos, à Família, à Comunidade. Porque a Escola deve também ser activa na Comunidade em que se insere. Aproveitar o seu estatuto de pólo de transmissão de conhecimentos e trabalhar no sentido de formar cidadãos mais interessados, mais conscientes das diferenças que existem na sociedade e no Mundo.

Gostaria de acreditar que nas escolas "[...]os professores são referências.[...]os professores são pessoas felizes e realizadas.[...]Há pais[...]se aprenda que o ser é mais importante que o ter".

Gostaria de saber que a escola "[...]tem de abrir horizontes e não definir caminhos; ensinar a pensar e estimular o espírito crítico [...] promover a liberdade e a responsabilidade como as duas faces da mesma moeda [...] mostrar que só através do trabalho e da inovação podemos melhorar a nossa vida e a dos outros."

Dois Livros e um Caderno de Exercícios

Eu e a minha Máquina,
Outubro 2009

A Kat ofereceu-me estes dois. Flaubert, um clássico que nunca li. Rosa Lobato Faria, uma portuguesa de quem também nunca li nada. Novas experiências de leitura acompanhadas por um caderno. Papel reciclado. Capa de papel pardo. Folhas cosidas. Na primeira página um título. Na segunda um desafio composto por uma dúzia de palavras. Uma dúzia de palavras que deverei utilizar num texto. Uma dúzia de palavras que, individualmente, deverão ser o tema de um texto mensal, de Janeiro a Dezembro de 2010. O caderno será o meu caderno "de campo". Obrigada!

Obra de Arte



A ideia foi minha.
A execução do motivo central, um 44 desenhado com mãos e pés, da Sara e da Rafa (a Rafa também tem um blogue mas não conta a ninguém qual o endereço...).
As palavras que rodeiam o 44 foram escritas por todos e cada um dos que cá veio festejar a 4ª capícua da minha vida.
Obrigada!

Os Novos

Eu e a minha Máquina,
Outubro 2009
São estes os novos habitantes da minha biblioteca.
Haverá tempo para eles...não sei é quando...

The Day After # [1]

Que vos posso eu dizer?
Que cada vez mais agradeço o que tenho.
Que cada vez mais dou importância a quem se aproxima sem segundas intenções.
Que cada vez mais sinto prazer em saber que há pessoas a quem posso chamar Amigo/a.

sábado, 17 de outubro de 2009

Menú da Festa

Para que todos possam compartilhar o menú conosco, aqui vai a lista do que a partir das 20:30 começará a sair da cozinha para a mesa.


Feijoada Portuguesa


Salada de Tomate e Alface


Lombo Assado no Forno

Arroz Branco

Bacalhau Espiritual

e muitas entradas. e muitos doces. e muito vinho. e muitos amigos. e muita conversa. e muitos risos. e muitas gargalhadas.

Presentes # [1]



A minha Filha Linda ofereceu-me dois bilhetes para o próximo concerto do Rodrigo Leão no Coliseu. Para irmos as duas. Que bom. O Coliseu é uma sala de magia para mim. Assisti lá a inúmeros concertos e é um local onde adoro entrar e estar.
No dia 30 vou com ela, as duas, sozinhas, ouvir a música genial deste Senhor.
Obrigada :-), em cheio!
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