Grafia

A Autora deste Blogue optou por manter na sua escrita a grafia anterior ao Novo Acordo Ortográfico.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

O Peso de um Nome

Eu e a minha máquina, Maio 2008

Há muitos anos atrás, em Ferreira do Zêzere, vivia um Senhor.

Este Senhor, Professor Primário lá da terra, trazia sempre vestido um casaco feito de uma fazenda chamada baeta.

Quando este Professor foi registar o nascimento da sua primeira filha, o funcionário da Conservatória não foi de modas e acrescentou aos apelidos, a alcunha do Senhor, Baeta.

A partir daí, a alcunha instituiu-se como apelido e aí vem ele, geração atrás de geração.

A mim sempre me aborreceu um bocadinho...não gostava das piadas que me diziam...

Uma delas era precisamente esta..."já foste ao Baeta?"

4 comentários:

belita disse...

Pois... contenta-te com o facto de o teu trisavô não ter muitas sardas! Ficou por aí fora o apelido de Sardão como nome de familia. O meu avô decidiu, ao registar os seus 9 filhos, que apenas os rapazes levavam esse apelido, as raparigas ficavam Soares da Silva. É por isso que não vou a Sardão mas sempre que vou à terra da minha mãe, logo ouço: olha, lá vem mais uma sardanisca :-)

Gi disse...

:)
É por isso que os meus filhos só têm um apelido do pai e dois meus ... ainda bem que o apelido do pai que saiu não era o último, ou o peso continuaria.
Até eu, quando o conheci, o tratava pelo tal apelido; só depois vim asaber o nome dele.

Obrigada pela tua 1ª visita comentada lá na minha barraca, que abanou de contentamento. :)

Gigi disse...

Pois eu tenho cinco nomes em que o único que se salva é... Maria -todos os demais são estranhos.
Às vezes, na escola, lá vinha um ou outro chatear...
Quando casei, casei com alguém cujo último nome também era asssim para o esquisito mas eu quis ficar com mais esse...
bjs

pensamentosametro disse...

Conhecia a expressão mas não a origem, é engraçado o que um nome pode produzir.


Bjos


Tita

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